Como
a Morte de Jesus pode salvar você
(A Sentinela, 01/03/2008)
Como é costume, em virtude da Comemoração da Morte de Cristo, a Torre de Vigia publica nesta edição de março um artigo que remete à necessidade que a humanidade tem de resgate. A matéria de capa leva o tema transcrito acima, e é dividida em 2 partes:
- A necessidade de um resgate.
- Como a morte de Jesus pode salvar você.

"A Sentinela", 01/03/2008
A necessidade de um resgate
Começa por exemplificar um caso que ocorreu numa mina de carvão da Pensilvânia, E.U.A., onde houve uma inundação e nove mineradores ficaram presos na mina. O resgate só foi possível porque havia mapas da mina e aparelhos de posicionamento global (GPS). Foi feito um buraco de 75 centímetros no solo até o nível onde estavam os trabalhadores, e um a um eles foram retirados.
Conforme bem observa o artigo, em sentido espiritual, a humanidade encontra-se também presa a uma condição pecadora que leva à morte. Cita Jó 14:1, 2, o qual diz: “O homem, nascido de mulher, é de vida curta e está empanturrado de agitação. Como a flor, ele brota e é cortado, e foge como a sombra e não permanece em existência.”
Não obstante os avanços da Ciência e da Medicina, as pessoas ainda vivem, em média, 70 ou 80 anos, como disse Moisés a 3.500 anos. (Salmo 90:10) Portanto, qual é a esperança para que a morte seja subjugada e homem venha a ser resgatado desse inimigo presente? A próxima parte do artigo de capa da “Sentinela” trata desse tema.
Como a morte de Jesus pode salvar você
O artigo começa citando João 3:16, o qual diz: “Porque Deus amou tanto o mundo, que deu o seu Filho unigênito, a fim de que todo aquele que nele exercer fé não seja destruído, mas tenha vida eterna.” Sim, de fato, a perspectiva de vida eterna depende da morte de Jesus Cristo. Também é dito que a morte só existe no mundo por causa do pecado (Romanos 5:12) e que ela não fazia parte do propósito original de Deus.

Gravura da página 5 da
"Sentinela" 01/03/2008
No início da Criação, Deus queria que os humanos vivessem para sempre num paraíso terrestre e só a desobediência (rebeldia) impediria o usufruto dessa maravilhosa perspectiva, conforme Gênesis 2:16, 17. Visto que os primeiros humanos resolveram deliberadamente se apartar da Soberania do Criador foi aplicada a eles a sentença de morte que se espalhou para todos os seus descendentes, conforme diz Romanos 5:15: “Pela falha de um só homem muitos morreram”.
Jesus Cristo é o meio pelo qual Deus resgatará a humanidade do pecado. E o artigo menciona exatamente isso. (Para ver detalhadamente como isso é possível, leia a série “Como a morte de Cristo beneficia a humanidade?”).
Por fim, o artigo convida o leitor para ir à Comemoração da Morte de Cristo patrocinada pela Torre de Vigia, a qual normalmente transcorre nos salões do reino das Testemunhas de Jeová.
Gravura da página
7 da "Sentinela" 01/03/2008 e convite para Comemoração
(que aparece na página 32)
Para obter preciosas informações a respeito da morte de Cristo leia a seção Celebração da Morte de Cristo. Nela você saberá como observar esse acontecimento e valorizá-lo. Verá também uma análise imparcial e serena a respeito das interpretações da Torre de Vigia sobre este assunto. Há alguns detalhes que precisam ser estudados. Por exemplo, a Torre de Vigia ensina que os cristãos ainda não são filhos de Deus. Em que se baseia esse conceito? Considerando as matérias da seção, você saberá. Ironicamente, após o artigo sobre a morte de Jesus, a “Sentinela” trás o seguinte artigo: “Seja um dos filhos de Deus”.

Artigo da "Sentinela"
01/03/2008
Para
um leitor que está familiarizado com o ensino da Torre de Vigia, não
é difícil supor que o título acima (“Seja um dos filhos
de Deus”) é uma tentativa de minimizar o ensino de que os cristãos
não são filhos de Deus. Segundo a Torre de Vigia, apenas ao
fim do reinado milenar de Cristo é que os humanos passarão a
ser filhos de Deus. Para ela, hoje em dia quem não se afiliar à
religião “Testemunhas de Jeová” perecerá no Armagedom
e nunca será um filho de Deus! Para uma análise detalhada sobre
esse assunto leia o artigo “Há cristãos
que não são filhos de Deus?”