Um Estudo Sobre os Conceitos Hebraicos de Alma e Punição Eterna
1. A Bíblia diz que uma pessoa tem uma alma ou é uma alma?
Comentário:
Em relação ao termo hebraico, o Dicionário
Expositivo Completo de Vine das Palavras do Velho e do Novo Testamento
(em inglês) diz: "[Alma] é infelizmente uma má tradução do termo...
O problema com a palavra alma
na língua moderna é que não existe qualquer equivalente real desse termo
ou da idéia por trás dele representado na língua hebraica. O padrão
de pensamento hebraico não inclui a combinação ou a oposição dos termos
corpo e alma,
que são realmente grego e latino na origem.” Em harmonia com isso, Philip
J. Hyatt escreve em seu livro, A Herança da Fé Bíblica, pág. 104 (em inglês),
"A palavra hebraica aqui traduzida como alma... não significa alma no sentido em que geralmente se entende
o termo hoje, ou seja, a parte espiritual ou invisível do homem. [O
termo hebraico] significa o ser total, a pessoa, o homem como um todo.
[Ele] não é o que alguém tem como uma parte de si mesmo, mas o que ele
é como totalidade. O homem é, portanto, um corpo animado, não uma alma
encarnada. Esta última idéia é característica dos gregos, que acreditavam
que o homem é composto de uma alma imortal e pura alojada num corpo
mortal e corrupto.”
2. Acredita-se geralmente que
a alma é imortal. A palavra grega para imortal significa simplesmente
que não morre. Será que a
Bíblia diz que a alma não morre?
Ezequiel
18:4, 20 (ARC): “Eis
que todas as almas são minhas;... a alma que pecar, essa morrerá.” /
“A
alma que pecar, essa morrerá.”
Salmo 78:50 (ARC):
“Preparou caminho à sua ira; não poupou as suas almas
da morte, mas entregou à pestilência as suas vidas.”
Tiago 5:20 (SBB):
“sabei que aquele que converte um pecador do erro do seu
caminho, salvará uma alma da morte e cobrirá uma multidão de pecados.”
3. De que se compõe a alma mortal?
Gênesis 2:7; 3:19 (ARC):
“E formou o SENHOR Deus o homem do
pó da terra, e soprou em suas narinas o fôlego da vida; e o homem
foi feito alma vivente.”
[1]
/ “No suor do teu rosto comerás o teu pão, até que
te tornes à terra; porque dela foste tomado; porquanto és
pó e em pó te tornarás."
4.
É alma o mesmo que espírito?
Hebreus 4:12 (NVI):
“Pois a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais afiada
que qualquer espada de dois gumes; ela penetra ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e julga os pensamentos
e intenções do coração.”
Comentário:
Note-se aqui que a alma e o espírito podem ser divididos ou separados.
Os termos da língua original para o espírito também podem ser traduzidos
como sopro ou fôlego. A idéia
básica é a de uma força ou
poder invisível.
5. A Bíblia usa o termo alma,
em referência aos animais?
Números
31:28 (ARC): “Então, para
o SENHOR tomarás o tributo dos homens de guerra que saíram a esta guerra;
de cada quinhentos, uma alma, tanto dos homens como dos bois, dos jumentos
e das ovelhas.”
Gênesis 7:21, 22 (ARC):
“E expirou toda a carne que se movia sobre a terra, tanto de ave como
de gado e de feras, e de todo o réptil que se arrasta sobre a terra,
e todo o homem. Tudo o que tinha fôlego
de espírito de vida em suas narinas, tudo o que havia em terra seca,
morreu.”
Eclesiastes 9:4, 5, 10 (ARC):
“Ora, para aquele que está entre os vivos há esperança (porque melhor
é o cão vivo do que o leão morto). Porque os vivos sabem que hão de
morrer, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem
tampouco terão eles recompensa [ou seja, a riqueza terrena como recompensa para seu trabalho], mas a sua memória fica entregue ao esquecimento. / Tudo quanto te vier
à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças, porque na sepultura
[no seol, IBB], para onde
tu vais, não há obra nem projeto, nem conhecimento, nem sabedoria alguma.”
Salmo 6:5; 146:2-4
(IBB): “Pois na morte não
há lembrança de ti; no Seol [sepulcro, ARC] quem te louvará? / Louvarei ao Senhor durante a minha vida; cantarei
louvores ao meu Deus enquanto viver. Não confieis em príncipes, nem
em filho de homem, em quem não há auxílio. Sai-lhe o espírito, e ele
volta para a terra; naquele mesmo dia perecem os seus pensamentos.”
[acabam-se os seus planos, NVI]
Ao examinar o conceito bíblico de alma (removendo, assim, a mancha do
paganismo grego
[2]
), descobrimos que a alma é inerentemente mortal
e não mantém uma existência consciente após a morte. Qual é, então,
o destino eterno da alma de um pecador não-arrependido? Examinaremos
em seguida o ensinamento bíblico sobre este assunto.
8. O que foi dito a Adão que seria
a punição para a desobediência?
Gênesis 2:16, 17 (SBB): “Ordenou
Deus Jeová ao homem: De toda a árvore do jardim podes comer livremente;
mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás: porque
no dia em que dela comeres, certamente morrerás.”
9. Quando Adão tinha realmente desobedecido,
a qual punição ele foi sentenciado?
Gênesis 3:17-19 (NVI): “E
ao homem declarou: "Visto que você deu ouvidos à sua mulher e comeu
do fruto da árvore da qual eu lhe ordenara que não comesse, maldita
é a terra por sua causa; com sofrimento você se alimentará dela todos
os dias da sua vida. Ela lhe dará espinhos e ervas daninhas, e você
terá que alimentar-se das plantas do campo. Com o suor do seu rosto
você comerá o seu pão, até que volte à terra, visto que dela foi tirado;
porque você é pó e ao pó voltará."
Comentário: O único sofrimento
ao qual se fez referência aqui foram as dificuldades que Adão enfrentaria
enquanto estivesse vivo. Nada
se falou sobre tormento após a morte como punição pela desobediência
dele.
10. Conforme visto acima, o castigo pelo
pecado é a morte. Será que o Testamento Cristão concorda com isso?
Romanos 6:23 (NVI): “Pois
o salário do pecado é a morte,...”
11. Qual é o destino da alma que peca?
Tiago 5:20 (ARC): “Saiba que aquele
que fizer converter do erro do seu caminho um pecador, salvará da morte uma alma, e cobrirá uma multidão de pecados.”
Mateus 10:28 (IBB): “[Jesus
disse:] E não temais os que matam o corpo, e não podem matar a alma;
temei antes aquele que pode fazer
perecer no inferno tanto a alma como o corpo.”
Comentário: Conforme se mostrou
na primeira parte deste estudo, uma alma
morta está inconsciente. Portanto, os ímpios teriam de receber uma
vida eterna para que fossem atormentados eternamente. Todavia, Romanos
6:23, citado em parte acima, prossegue: “... mas o dom gratuito de Deus
é a vida eterna em Cristo Jesus nosso Senhor.” Somente aqueles que aceitam
a liderança de Jesus Cristo é que recebem o dom gratuito da vida eterna.
12. A Bíblia não fala sobre o inferno?
Salmo 16:10 (ARC):
“Pois não deixarás a minha alma no inferno (sheol,
em hebraico), nem permitirás que o teu Santo veja corrupção.”
Atos 2:27 (ARC):
“Pois não deixarás a minha alma no inferno (hades,
em grego), Nem permitirás que o teu Santo veja a corrupção.”
Mateus 5:22 (ARC):
“[Jesus disse:] Eu, porém, vos digo que qualquer que, sem motivo, se
encolerizar contra seu irmão, será réu de juízo;... e qualquer que lhe
disser: Louco, será réu do fogo do inferno (geena,
em grego).”
2 Pedro 2:4 (ARC):
“Porque, se Deus não perdoou aos anjos que pecaram, mas, havendo-os
lançado no inferno (tartaroo, em grego), os entregou às cadeias
da escuridão, ficando reservados para o juízo.”
Comentário:
As Escrituras Hebraicas foram escritas em hebraico e o Testamento Cristão
em grego. As versões bíblicas traduzem uma palavra hebraica, sheol,
de três maneiras diferentes: “inferno”, “sepultura” e “cova”. Inversamente,
conforme mostrado acima, as versões em geral traduzem três palavras
gregas diferentes por uma única palavra, “inferno”! A palavra tartaroo
é um verbo que significa lançar
no tártaro e ocorre apenas uma vez, e em referência aos anjos que
pecaram. (2 Pedro 2:4) Hades era a palavra grega correspondente
à palavra hebraica sheol,
sobre a qual a Enciclopédia Britânica
(1971, Vol. 11, pág. 276 em inglês) observou: “A condição dos mortos
não era nem de dor nem de prazer. Nem a recompensa para os justos, nem
o castigo para os ímpios foi associado com Sheol.
Os bons e os maus, assim como os tiranos e os santos, os reis e os órfãos,
os israelitas e os gentios – todos dormiam juntos sem tomar conhecimento
uns dos outros.”
[3]
A palavra geena
é a forma grega da palavra hebraica que designava um lugar chamado Vale de Hinom. Nos tempos antigos a adoração idólatra e sacrifícios
de crianças eram realizados neste vale. (2 Crônicas 28:1, 3; 33:1, 6)
Nos dias de Jesus ele era usado como um depósito de lixo, e os fogos
eram mantidos acesos para destruir o lixo. Os judeus consideravam muito
importante um enterro decente. Às vezes, os corpos de criminosos considerados
indignos de sepultamento decente – sendo assim, na opinião dos judeus,
indignos de uma ressurreição – eram jogados lá.
Tendo em vista essas informações, deve geena
ser considerado como um símbolo de tormento eterno ou de destruição
eterna? Não seria irônico que o lugar onde se queimavam crianças em
sacrifício – algo considerado abominável e inconcebível por Iavé – seja
visto por muitos como o símbolo de tormento eterno proveniente desse
mesmo Deus? – Jeremias 7:31,32; 32:35
13. Mas, não
é o tormento mencionado na Bíblia em referências que parecem se aplicar
a um castigo eterno?
Apocalipse 14:9-11; 20:10 (NVI):
“Se alguém adorar a besta e a sua imagem e receber a sua marca na testa
ou na mão, também beberá do vinho do furor de Deus que foi derramado
sem mistura no cálice da sua ira. Será ainda atormentado com enxofre
ardente na presença dos santos anjos e do Cordeiro, e a fumaça do tormento
de tais pessoas sobe para todo o sempre. Para todos os que adoram a
besta e a sua imagem, e para quem recebe a marca do seu nome, não há
descanso, dia e noite”. / “O diabo, que as enganava, foi lançado no
lago de fogo que arde com enxofre, onde já haviam sido lançados a besta
e o falso profeta. Eles serão atormentados dia e noite, para todo o
sempre.”
Lucas 16:23, 28 (NVI):
“No Hades, onde estava sendo atormentado, ele olhou para cima e viu
Abraão de longe, com Lázaro ao seu lado”. / “[O homem rico disse:] pois
tenho cinco irmãos. Deixa que ele os avise, a fim de que eles não venham
também para este lugar de tormento.”
Comentário:
Note-se que no Apocalipse 20:10 só o Diabo, a besta e o falso profeta
são mencionados como sendo atormentados dia e noite para todo o sempre,
não a humanidade. Sobre aqueles que, neste contexto, foram enganados
por Satanás, ele diz: "desceu fogo do céu, e os devorou." (Apocalipse 20:9, IBB) Sobre outros, - incluindo a morte
e o hades [inferno, IBB] –
é dito que já estão no lago de fogo também, mas não há qualquer menção
de tormento para estes. (Apocalipse 20:14, 15) Como poderiam estes dois
– a morte e o hades – ser atormentados? De forma que, se alguém tirar
a conclusão que o tormento do Apocalipse 20:10 é literal, deve aplicar
isso apenas ao Diabo, à besta e ao falso profeta. Todavia, esse tormento
não é necessariamente literal. Segundo o Dicionário Expositivo de Vine, a palavra
grega basanizo significa secundariamente,
“ser provado por tortura”, denotando, assim “tortura, tormento, angústia.” Primariamente, ela significa
“esfregar na pedra de toque, para
testar.” Conseqüentemente, os eventos descritos no Apocalipse 20
estabelecem o precedente legal divino; as questões levantadas pela rebelião
de Satanás foram testadas, analisadas, provadas como infundadas, e encerradas
sem apelo adicional.
O Apocalipse 14:10 fala de pessoas que serão atormentadas, mas
note-se que o versículo 11 diz que "a fumaça do tormento de tais pessoas
sobe para todo o sempre", não que o tormento delas dura para sempre. Se você observar
fumaça
à distância, sabe que naquele lugar há, ou houve recentemente um incêndio.
Da mesma forma, a fumaça do
tormento dos ímpios, que culmina com a
sua destruição, alerta os espectadores sobre os resultados do caminho
da rebelião. Que dizer de eles não terem “descanso dia e noite”? Se
compararmos isto com o que diz Apocalipse 11:7-10, podemos ver que não
está se referindo ao tormento da destruição, e sim ao tormento causado
pela obra de pregação realizada pelos santos. É por isso que Apocalipse
14:12 incentiva os santos a perseverarem, ante a perseguição que sofrerão
às mãos dessas pessoas iníquas, sobre cuja destruição eles pregam.
O tormento
é também mencionado por Jesus na parábola do “Rico e Lázaro” (Lucas
16:19-31). Se esta história fosse literal, como muitos afirmam, quão
razoável seria que uma ponta de dedo molhada aliviasse o tormento do
homem rico?
Devemos ter em mente a quais pessoas Jesus
dirigiu essa parábola. Foi aos fariseus, sobre os quais o relato diz
que “amavam o dinheiro... e zombavam de Jesus” (Lucas 16:14, NVI;
“eram avarentos... e mofavam dele”, SBB).
Do mesmo modo, o homem rico mostrou uma atitude egoísta, por não compartilhar
seu suntuoso banquete com o mendigo Lázaro. Portanto, este homem rico
representava os fariseus. Os fariseus consideravam a limpeza cerimonial
muito importante. O contato com um corpo morto ou com um túmulo tornava
a pessoa cerimonialmente impura por um período de tempo. A representação
do homem rico como um morto, sepultado, e no Hades enfatizou a impureza
dos fariseus aos olhos de Deus, não só por um tempo, e sim eternamente.
Lázaro
representava as pessoas comuns que dependiam dos fariseus e de outros
líderes religiosos (que se assentavam na “cadeira de Moisés” – Mateus
23:1-7) para o alimento espiritual, mas recebiam apenas migalhas. Ao
contrário dos fariseus, essas pessoas comuns aceitaram Jesus como um
mensageiro de Deus, que é
o que a palavra grega para anjo
significa. Quando essas pessoas morreram para com o seu procedimento
de vida pecaminosa, arrependendo-se, Jesus as levou, figurativamente,
a uma posição de favor perante Deus, que é o que o seio
de Abraão simboliza. Isso atormentou
os fariseus, por descobrirem que eles, com toda a sua (auto)justiça,
não eram aceitáveis para Deus, ao passo
que as pessoas comuns – que não conheciam a lei – podiam ser. – João
7:48, 49
Os fariseus queriam que os discípulos de Jesus
aliviassem seu tormento por diluir sua pregação que expunha a hipocrisia deles. (Atos 5:27-33)
A auto-justiça dos fariseus era o abismo
que os separava de Deus. E o abismo
que separava a classe de Lázaro da classe do Rico era a justiça de Deus.
(Romanos 10:3) Assim como aquele abismo
intransponível, a auto-justiça do homem não vai levá-lo a Deus, nem
pode Iavé ou Seu povo transigir para com Sua justiça.
Os versículos finais desta parábola predizem
que até mesmo uma ressurreição dos mortos não convenceria os fariseus,
nem aqueles que eram como eles – os cinco irmãos – fazendo-os mudar
suas atitudes. Esta previsão se mostrou verdadeira. Veja João 12:1,
9-11 e Mateus 28:2-4, 11-13.
Conforme foi evidenciado neste artigo, o tormento
eterno não é um conceito bíblico. O versículo mais famoso do Testamento
Cristão, João 3:16, fala daqueles que perecem.
O Merriam-Webster Thesaurus
alista vários sinônimos para “perecer”, mas nem tormento
nem tortura estão entre estes.
Todavia, muitas religiões pagãs têm o conceito de tormento eterno.
Por que Satanás inspira essa crença e deseja
que as pessoas acreditem nisso? Por um lado, isso contradiz Iavé. Alguns
rejeitam a crença num Deus amoroso, já que não podem aceitar o conceito
de tormento eterno. Mas será que esta crença não incentivaria as pessoas
a adorarem a Deus? Não, realmente. Iavé conhece nossas verdadeiras motivações.
Se estivermos servindo a Ele por medo do tormento eterno, será que estamos
realmente servindo a Ele ou ao nosso medo? Se estivermos servindo a
Ele por medo do tormento – que não deve ser confundido com o temor de
Deus, ordenado na Bíblia, o qual significa reverência – então no momento
em que o temor do homem superar o medo do tormento, seremos infiéis
a Deus. A única maneira de um cristão poder ter a certeza de ser fiel
sob toda e qualquer circunstância, não importa quão temível ou tentadora,
é ter uma fé baseada no amor a Deus. Primeira João 4:18, 19 diz: "No
amor não há medo antes o perfeito amor lança fora o medo; porque o medo
envolve castigo; e quem tem medo não está aperfeiçoado no amor. Nós
amamos, porque ele nos amou primeiro.”
Que este artigo aumente seu amor e apreço para
com o nosso Pai Celeste amoroso e misericordioso, que tem proporcionado
a vida eterna por meio de Seu Filho, Jesus Cristo.
NOTAS:
[1]
Os
conceitos hebraicos de corpo,
alma e fôlego de vida (ou,
espírito) podem ser ilustrados
por meio de uma lâmpada. A lâmpada representa o corpo, a eletricidade
que acende a lâmpada representa o fôlego de vida e uma lâmpada acesa
representa a alma.
[2]
Por
exemplo, acerca da palavra grega para alma
o Dicionário de Vine inclui conceitos da
religião e da filosofia grega pagãs.
[3] Infelizmente, o Dicionário de Vine inclui idéias associadas com o paganismo em sua consideração sobre o hades. No segundo, terceiro e quarto séculos, os chamados "pais da igreja" foram seduzidos pela filosofia grega, que estava contaminada pela religião grega pagã. Estes "pais" tentaram conciliar a filosofia grega com a Bíblia e, assim, incorporaram influências pagãs ao que originalmente eram conceitos estritamente hebraicos.
Artigo
original de Jay Dicken
Versões bíblicas citadas nesta tradução: |
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SBB |
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NVI |
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BLH |
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