ADVENTISTAS E TESTEMUNHAS DE JEOVÁ
(Páginas 1 a 10 do folheto)

ADVENTISTAS E TESTEMUNHAS DE JEOVÁ


OS ADVENTISTAS E AS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ podem ser colocados dentro da tradição milenarista. Várias seitas(1) dessa tradição têm se caracterizado por sua oposição ao desenvolvimento e institucionalização das Igrejas cristãs que se comprometem e se acomodam às realidades políticas e econômicas da situação vigente. Enquanto para a Igreja tradicional a salvação é concebida como algo essencialmente individual e independente da situação político-econômica – a Igreja ensina que o prêmio à virtude será concedido no céu, após a morte – para a seita milenarista o conceito de salvação é exatamente o oposto. Ela ensina que a recompensa aos justos será dada ainda na Terra. Entretanto, o mundo será radicalmente reorganizado, governado não por poderes políticos e econômicos, mas por princípios de justiça e verdade eternos, formalizados na pessoa e nos ensinamentos de Cristo, designado por Deus para governar o mundo renovado.

Todo o milenarismo representa um protesto real, ainda que indireto, contra o estado de coisas que se observa no mundo – contra um sistema cujos defeitos são realçados por alguns princípios da ordem a ser instaurada. O Novo Mundo é basicamente uma ordem moral – e a moralidade que se corporifica nele não é, de maneira alguma, aquela que é própria das ações do proprietário, do comerciante ou do industrial, pois o milenarismo é, basicamente, a religião dos oprimidos.

Dizer que o milenarismo é uma forma de protesto não implica, entretanto, a necessidade de classificá-lo como um protesto abertamente político. Apesar disso, durante a Idade Média na Europa e, até certo ponto nas colônias, os movimentos milenaristas forneceram, em diversas épocas, um ponto de apoio para os movimentos revolucionários políticos e econômicos a que haviam sido negadas outras possibilidades de organização e de expressão. Os grupos milenaristas que optam pelo ativismo – aqueles que planejam desempenhar um papel positivo e real na purificação e reorganização do mundo – são, em certo sentido, pré-políticos. Mas somente nesse sentido: quando não foi deixada em aberto qualquer possibilidade de organização política mais ampla, devido ao controle exercido pela classe dominante opressora.

O núcleo de qualquer grupo ou movimento milenarista sempre consiste naqueles que – interpretando os fenômenos contemporâneos em termos das profecias bíblicas – acreditam ser iminente a segunda vinda de Cristo e a conseqüente destruição do “velho” mundo. Não são grupos “políticos” no sentido convencional do termo, pois seu protesto é passivo e generalizado. Entretanto, excluir a motivação política dos que participam desses grupos de forma alguma significa excluir as possíveis implicações não religiosas: uma Igreja é, ao mesmo tempo, uma entidade norteada por certo conjunto de crenças e de ritos, assim como é uma associação de homens. Nem sempre é possível descobrir qual aspecto é o motivo mais forte para que alguém decida ingressar num desses grupos religiosos.

A FONTE DA VERDADE

A salvação pela fé e o desenvolvimento da santidade pessoal são elementos importantes na tradição protestante. Permanecem como elementos críticos na medida em que se opõem às orientações da Igreja estabelecida – que se proclama a única com poder para guiar os fiéis à salvação, como mediadora entre o homem e Deus. Mesmo na Inglaterra do século XVII existiam numerosas sociedades laicas preocupadas com a busca de uma vida santificada. Essas atividades, porém, não levavam seus membros a deixar suas respectivas Igrejas. A busca individual da salvação, entretanto, floresceu na instável sociedade de fronteira dos Estados Unidos, onde os metodistas desempenharam inicialmente um importante papel com seus encontros de reavivamento espiritual. Não eram novos nos Estados Unidos e mesmo assim encontravam a oposição das sóbrias assembléias de ministros e de respeitáveis leigos. Apesar disso, as assembléias ao ar livre, os pregadores mais ou menos ocasionais e o entusiasmo religioso popular logo integraram o panorama americano, em especial nas áreas mais novas e socialmente menos organizadas.

O estilo teológico predominante dessas campanhas era o fundamentalismo; a Bíblia era tratada como fundamento de toda verdade religiosa, ponto de referência irremovível numa sociedade cujas normas de conduta se reformulavam devido às mudanças rápidas e aparentemente desordenadas que a realidade apresentava.

Desconfiada da autoridade estabelecida e das sutilezas intelectuais, que associavam à classe dos comerciantes “desumanos” e “parasitas” das grandes cidades da costa leste, a população rural queria provas indiscutíveis e acessíveis a todos. Na religião, a única prova capaz de satisfazer a esses crentes era a palavra da Bíblia, já culturalmente definida como palavra de Deus. Mais do que isso, confiava-se na palavra da Bíblia sem as interpretações ministeriais. Essa atitude não era simplesmente anticlerical, mas uma rejeição da velha autoridade que deveria ainda provar seu valor para ser aceita. Entretanto, se a Bíblia aparecia como a fonte mais autorizada das verdades religiosas, era em si cheia de promessas e profecias obscuras que necessitavam de interpretação, necessidade para a qual se voltou a especulação dos adventistas em escala internacional, durante e após as guerras napoleônicas (fim do século XVIII – início do século XIX).

Esse Adventismo assumia mais freqüentemente a forma de especulação sobre o destino das nações do que atuava como veículo para a expressão do conflito de classes. Espalhou-se e se enraizou rapidamente por toda a América, de modo particular e mais dramático nas áreas cultural e economicamente mais atrasadas.

O Adventismo reavivou também o interesse pelo estudo dos livros proféticos da Bíblia (especialmente o Livro de Daniel), aproveitando os estudos de grandes matemáticos ingleses sobre o advento final de Cristo. Esse movimento não era apenas de caráter internacional. Congregava também pessoas dos mais variados credos: “católicos, batistas, anglicanos, metodistas, presbiterianos, luteranos e outros se dedicaram com afinco ao estudo do Livro de Daniel, capítulo 8, versículo 14 – ao estudo do Santuário”. Estudavam, sob a orientação de Miller, a profecia dos 2.300 anos: o fim desse período marcaria a purificação do Santuário, que, para a opinião geral, significaria a purificação da Terra através da segunda vinda de Cristo, que se daria na quinta década do século XIX.

Em 1818, Guilherme Miller, fazendeiro e ex-oficial do Exército americano, convenceu-se de que o Segundo Advento poderia ser deduzido com precisão a partir das Escrituras: deveria ocorrer entre 21 de março de 1843 e 21 de março de 1844. Entretanto, Miller não divulgou sua previsão até 1831, quando sua pregação foi calorosamente recebida no Estado de Nova York. Dentro em pouco ele passou a receber convites para pregar em igrejas batistas, presbiterianas e outras. Em conseqüência, Miller assumiu, aos poucos, a liderança de um movimento adventista que crescia rapidamente, sustentado por mais de duzentos teólogos de todas as Igrejas cristãs. Esse movimento conseguiu unir cerca de 15.000 pessoas em reuniões religiosas – número este bastante expressivo, considerando-se que as cidades de Filadélfia e Boston continham 25.000 habitantes cada uma e Nova York, 40.000.

[IMAGENS]

Interpretando os fenômenos contemporâneos em termos de profecia bíblica, os Adventistas e as Testemunhas de Jeová consideram iminente a segunda vinda de Cristo e a conseqüente destruição deste mundo de pecado.

  1. Missão adventista em Reserva dos Navajos, Vale do Monumento, Utah, EUA, no início da década de 1970.

  2. Filial da Torre de Vigia (entidade jurídica das Testemunhas de Jeová) na cidade de São Paulo, Brasil. (Em 1997)

Miller assumiu, aos poucos, a liderança de um movimento adventista que crescia rapidamente, sustentado por mais de duzentos teólogos de todas as Igrejas cristãs. Esse movimento conseguiu unir cerca de 15.000 pessoas em reuniões religiosas – número este bastante expressivo, considerando-se que as cidades de Filadélfia e Boston continham 25.000 habitantes cada uma e Nova York, 40.000.

Quando a data marcada para a Vinda tornou-se próxima, as atividades evangélicas se aceleraram. Joshua Himes, ministro de uma igreja batista, promoveu conferências; várias centenas de pregadores itinerantes foram contratados, e lançaram-se dois periódicos especiais. O próprio Miller proferiu trezentas conferências no espaço de três meses. Nesse ponto, mesmo os cristãos ortodoxos estavam em condições de aceitar as interpretações dos adventistas sobre os acontecimentos como sinais de mudança cataclísmica iminente.

Entretanto, mais excepcional que os fatos, parece ter sido a maneira como todos estavam preparados para interpretá-los. Uma chuva de meteoritos, em 1833, por exemplo, constituiu um evento incomum (2), mas sua significação na época só pode ser entendida no contexto cultural do fundamentalismo e da situação mais imediata de muitas pessoas sustentando crenças que, por si próprias, provavelmente jamais teriam levado a sério. Excitados pela aproximação do tempo designado e pelo prodigioso aparecimento dos meteoritos, os crentes tornaram a atmosfera nos encontros das tendas ainda mais intensa.

O fim de 1833 chegou e foi grande o desapontamento. A nova data, fixada para 1844, passou a ser esperada. (3) Mas repetiu-se a desilusão dos crentes no Advento: nenhuma mudança visível ocorreu.

Na verdade, fora Y. Ynow, conferencista do Adventismo, que fixara a data da segunda vinda de Cristo em 22 de outubro de 1844 – correspondente ao dia da Expiação do antigo Judaísmo. Durante esses acontecimentos os adeptos de Miller não chegaram a se constituir numa seita distinta, pois eram membros de várias denominações e encontravam pouca hostilidade por parte de seus correligionários. Foi paradoxalmente, após a decepção de 1833, que os adventistas se constituíram numa seita, designada como Adventistas do Sétimo Dia. Esse desenvolvimento foi, porém, bastante vagaroso e não ocorreu somente com base na fé adventista comum. Novos profetas e novas revelações haveriam de surgir para dissipar as trevas. O desdém público havia crescido por causa da enganosa crença de que 1833/44 seria o encerramento da porta da graça. Isso acabou por gerar um retorno à Bíblia, pois “o erro deveria estar neles e não na Bíblia”: apesar do não-cumprimento material e da variedade de explicações, “todas as profecias se cumpriram ipsis litteris”. (4)

Alguns continuaram a aceitar um breve adiamento, outros, entretanto, deixaram de acreditar nas palavras proféticas de Miller. O próprio Miller perdeu efetivamente toda a iniciativa. Não conseguiu mais tomar qualquer medida inovadora, fixando-se na idéia de que o retorno do Senhor estava próximo. Sua posição, porém, não bastava para manter os adventistas num grupo unido e coeso.

A primeira posição dos adventistas – de que a Verdade seria acessível a todos – foi modificada pela idéia de que a revelação profética seria dada a alguns cujos pronunciamentos deveriam ser aceitos como verdadeiros. Duas visões foram então particularmente bem recebidas: a de Hiram Edson e a de Ellen Harmon (mais tarde Ellen Gould White). Entretanto, foram as visões de Ellen que acabaram por fundamentar as posições do grupo mais organizado que se formaria a partir das bases dispersas do “Millerismo”.

Edson explicou a não-concretização da Segunda Vinda devido à responsabilidade de Cristo em completar sua obra no segundo compartimento do Santuário no céu. Até 1844, Cristo estivera ocupado com o serviço diário de Sumo Sacerdote, procurando alcançar o perdão para os pecados dos homens; depois de 1844 ele se dedicaria a apagar o pecado da face da Terra. Estaria agora em andamento um Juízo Investigativo para descobrir quem, dentre os mortos, mereceria a ressurreição e quem, dentre os vivos, mereceria a transladação. Todo pecado seria finalmente atribuído a Satanás – o bode expiatório – até que ocorresse sua destruição final. Proclamando-se com o dom da profecia, Ellen Gould White conquistou adeptos entre os adventistas, através de escritos que são divulgados até os tempos atuais. Suas visões transformaram-se em cânon do Adventismo, sendo suas revelações escritas consideradas como “o dom da profecia”. Suas visões serviram para confirmar e identificar a Igreja nascente dos adventistas como a “última Igreja” de que fala a profecia bíblica.

Não surgiu, porém, imediatamente a esses acontecimentos, uma seita definida, como indica um relato dos próprios adventistas: “Adventistas de várias igrejas reuniam-se constantemente para o estudo das Escrituras, e outras verdades que haviam sido esquecidas pelo Cristianismo foram descobertas e explicadas” (5). Uma doutrina e um movimento consolidados só apareceram duas décadas após o fracasso da profecia inicial de Miller. A doutrina de que a “purificação do Santuário” – tema das especulações e cálculos de Miller – “seria o início do Juízo Investigativo e não o Juízo Executivo, o fim do mundo”, passou a explicar a não-concretização da Segunda Vinda.(6)

Apesar disso, sob a liderança de James White e Ellen Gould White, cresceu a importância doutrinária do Sétimo Dia como Dia do Senhor. A observância rigorosa desse dia por parte dos adeptos do Adventismo impôs-se como condição necessária para a salvação.

A vigorosa liderança dos White inspirava cada vez mais a confiança na formação de uma base para o desenvolvimento de um conjunto distinto de crenças. No evangelismo, o zelo dos adventistas observadores do sábado foi orientado em direção à disseminação da mensagem do Terceiro Anjo a respeito do Sábado (Sabbath) ou Dia do Senhor (Apocalipse 14, 6-11). A propagação da mensagem foi vista como tarefa imperativa: os homens deveriam ouvir a verdade sobre o Sábado antes que ocorresse o Advento. Apesar de não estar formalmente organizado em Igreja Adventista do Sétimo Dia até o ano de 1860, o movimento se expandiu vigorosamente, vindo a desempenhar um papel realmente ativo em missões nos Estados Unidos durante os anos 60 do século XIX e em áreas estrangeiras, nos anos 70 daquele mesmo século. (7)

Charles Taze Russell envolveu-se inicialmente com o Adventismo nos Estados Unidos. Entretanto, através de um caminho próprio, chegou a conclusões diferentes daquelas dos Adventistas do Sétimo Dia. Foi o fundador de um grupo religioso que viria a ser conhecido como Testemunhas de Jeová.


NOTAS:


1 - Classificar determinadas organizações religiosas como “seitas” é muitas vezes problemático, devido à relativa imprecisão deste termo, bem como ao seu valor depreciativo. É muito comum algumas pessoas aplicarem preconceituosamente essa classificação a qualquer religião da qual não gostam. O editor declara que, embora discorde pessoalmente de muitos ensinos das igrejas existentes hoje, não nutre animosidade contra qualquer organização religiosa, incluindo os Adventistas ou as Testemunhas de Jeová, e não aprova o uso indiscriminado da palavra “seita” para classificar certas organizações (em contraposição a outras que muitos classificariam como “Igrejas” oficiais). As ocorrências das palavras “seita(s)” e “Igreja(s)” foram mantidas neste folheto apenas porque constam no artigo original, que lhe serviu de base.

2 - O Grande Conflito, Ellen G. White, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, São Paulo, Brasil, 35ª Edição (1988), págs. 332-334.

3 - Para detalhes acerca de como os Adventistas chegaram a essa data, veja O Grande Conflito, capítulo 18 (intitulado “Uma Profecia Muito Significativa”). Há uma tabela esquemática neste capítulo (páginas 328 e 329 da edição citada na nota anterior) que sintetiza a maneira como eles vêem a história humana.

4 - O mesmo afirmaram os Estudantes da Bíblia (predecessores das Testemunhas de Jeová de hoje) com respeito às profecias relativas a 1914. Segundo o relato do Anuário das Testemunhas de Jeová de 1976, aconteceu o seguinte na sede da Torre de Vigia, na manhã de 2 de outubro de 1914: “Todo o mundo já estava sentado quando o irmão Russell entrou... Ao invés de ir de imediato para seu lugar, bateu palmas e anunciou jubilosamente: “Terminaram os tempos dos Gentios; seus reis já tiveram seus dias... Depois de breve pausa, ele [Russell] disse: ‘Alguém se sente desapontado? Eu não. Tudo está correndo dentro do horário!’” (página 73). É difícil imaginar o que Russell quis dizer com “tudo está correndo dentro do horário” se levarmos em consideração o que ele próprio havia predito para 1914. Ele havia dito claramente que 1914 veria – entre outras coisas – o fim de todos os reinos humanos, com o Reino de Deus assumindo pleno domínio universal. Embora Russell tenha conseguido afirmar que ele próprio ‘não ficou desapontado’, é inegável que a não concretização dessas previsões trouxe profundo desapontamento para os Estudantes da Bíblia que viviam na época. No entanto, apesar do fracasso completo, a data de 1914 continuou sendo vista como “marcada” profeticamente, e é encarada desta forma pela organização das Testemunhas de Jeová até hoje.

5 - As Testemunhas de Jeová disseram a mesma coisa. No livro Testemunhas de Jeová – Proclamadores do Reino de Deus afirma-se o seguinte na página 49: Então, como entendeu Russell o papel que ele e seus associados desempenharam em divulgar a verdade bíblica? Ele explicou: ‘Nosso trabalho . . . tem sido de ajuntar estes fragmentos da verdade há muito espalhados e apresentá-los ao povo do Senhor — não como novos, não como nossos, mas como do Senhor. . . . Precisamos rejeitar qualquer mérito até mesmo de termos encontrado e reagrupado as jóias da verdade.’ Ele disse mais: ‘A obra em que o Senhor se agradou em usar nossos humildes talentos tem sido menos uma obra de originação do que de reconstrução, reajuste, harmonização.’”

6 - É desta maneira que os Adventistas explicam até hoje o fracasso das profecias originais quanto à data de 1844. Para mais detalhes, veja O Grande Conflito, de Ellen G. White, capítulos 23 e 24. Da mesma maneira que Rutherford fez algumas décadas depois com 1914, os líderes adventistas “espiritualizaram” o cumprimento das profecias. Ou seja, segundo esta explicação, 1844 marcou a ocorrência de eventos de importância profética, mas não na Terra e sim nos céus invisíveis. Ellen escreveu: “E como a profecia de Daniel capítulo 8, verso 14, se cumpre nesta dispensação, o santuário a que ela se refere deve ser o santuário do novo concerto. Ao terminarem os 2.300 dias em 1844, já por muitos séculos não havia santuário sobre a Terra. Destarte, a profecia – ‘Até duas mil e trezentas tardes e manhãs, e o santuário será purificado,’ aponta inquestionavelmente para o santuário do Céu.” (O Grande Conflito, Ellen G. White, 35ª Edição, 1988, págs. 416, 417)

7 - Para informações detalhadas sobre o desenvolvimento histórico da Igreja Adventista do Sétimo Dia e de suas doutrinas, recomenda-se a leitura da obra O Grande Conflito, de Ellen Gould White.



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